
Mulher que não sente medo é estudada pela ciência
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Mulher que não sente medo é estudada pela ciência


(Imagem: ISTOÉ | Reprodução)
Imagina não sentir medo. Algumas pessoas podem enxergar o fenômeno como um superpoder. Outras nem tanto.
Até porque, apesar de associarmos medo a algo ruim, esse sentimento (quando controlado) é fundamental para a sobrevivência da espécie humana.
Uma mulher que não “processa” o sentimento
Nascida em 1965, a mulher que prefere não se identificar sofreu com crises de epilepsia desde jovem. Inicialmente, suspeitou-se que ela tivesse um tumor cerebral.
🩺 No entanto, foi constatado que as crises eram causadas por uma atrofia bilateral no lobo temporal medial.
Essa condição afeta a amígdala, uma região nervosa crucial para o processamento do medo.
Após a realização de inúmeros exames clínicos, de imagem e uma comoção entre os médicos, veio o diagnóstico:
- Síndrome de Urbach-Wiethe: Doença rara que provoca depósitos de cálcio na amígdala, danificando a estrutura;
Para ter certeza da descoberta, os pesquisadores submeteram a paciente à situações normalmente aterrorizantes.
A mulher foi exposta a cobras, aranhas, foi levada a uma casa considerada “mal-assombrada” e convidada a assistir filmes de terror.
Em todas as circunstâncias, o estudo descreve que a paciente sentiu excitação, ao invés de hesitação. Se quiser ler o artigo científico que descreveu o caso, basta clicar aqui.

Redação
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